quinta-feira, 5 de junho de 2008

Eu e Porto Alegre


resumindo em duas palavras: quero voltar.

sábado, 26 de abril de 2008

algumas fotos

- Regina, já conseguiu os arquivos do negócio de Tokyo? Por favor, veja isso loga porque os correspondentes financeiros já estão furiosos com o atraso brasileiro. E, minha querida secretária, desse gene eu não posso me livrar. Rápido! Rápido!
dia desses me pilchei todo. não, não fui pro CTG danças a "dança do tatu" (ou algo que o valha). aliás, não usei roupa de gaúcho. bem que eu queria usar até, mas isso é para poucos e para quem tem 70kg para cima (até 80kg, ok!). e não estou aqui pra dar dicas de moda reginalista. se bem que é bacana, até porquê, dentre as vestes regionais, a mais legal é a gaúcha. ou alguém acha legal aquelas roupas sujas e tudo cheirando a charque dos cangaceiros? ou então as penas e os cipós dos índios (sensual sem ser vulgar, né) ou então a... o... tu vê, são paulo não tem nenhum regionalismo, né? que coisa... e eu achando que o RS tava pobre.

já diria alguém por aí: se eu não tivesse visto isso, não faria questão de não ver.

interlúdio

''(...) aí ele disse: bem, se eu realmente visse isso, não veria questão de não te ver ali''

e o outro disse: tá bom nas palavras hein.

segunda-feira, 17 de março de 2008


Prazer e dor sempre andaram meio juntas.

Agora vai


Hoje acordei com um objetivo: fazer meu horário de estudos. Afinal, ano de vestibular não é ano de vestibular sem um horário de estudos devidamente organizado. Quem sabe muito bem disso é eu ano passado, não é mesmo Tiago?

Acordar com um objetivo é algo muito satisfatório. Porquê, muitas vezes, a gente realmente acredita que vai alcançar esse objetivo. Não adianta, é essa nossa esperança que teima em estar presente na genética embananada. Em casos mais raros, consegue-se alcançar o tal objetivo. Aí a coisa muda de rumo, passa a ser mais séria e nem sei mais o que tô falando. Pára por aí, alguém me gritou!



Ok, só porque alguém gritou.

sexta-feira, 14 de março de 2008

o rock brasileiro me cansa

não adianta, não consigo gostar da mistura guitarra + português. não se trata de um achismo "cool" ou algo que o valha. se trata de que português não combinada com nada nem ninguém. prova disso é que grande parte da população fala errado. é feio, quebrado e não tem beleza alguma. daí junta todos esses adjetivos com uma guitarra "quero ser beatles do sertão". O que resulta? rock brasileiro, claro. e junto com ele vem os momentos mais constrangedores da história embananada dessa país, como frases de efeito que não causam menor sentimento nem no zagalo. "o papa é pop, o pop não poupa ninguém", "meu refrigerador não funciona não funciona" entre outros, muitos outros são momentos de pura bestialidade que poderiam ser poupadas. ou melhor, poderiam nos poupar.
rita lee é tida como "rainha do rock". ah tá. rita lee, pra quem nasceu ontem, era uma mulher de cabelo vermelho que disse na Caras que parou de usar drogas em 2003. agora, o que ela entende por drogas é problema dela.
roberto carlos, o homem monocromático, é respeitado como quem introduziu o rock no brasil. bom, se ele foi quem introduziu o rock, ele deve ser a única pessoa que pode tirar esse terror dos nossos olhos. mas, do jeito que roberto carlos anda, ele deve tá pouco se lixando pra isso. prefere tingir de azul ou branco todas as suas calças boca-de-sino e escrever mais uma música para sua mulher.
ao contrário do que muita gente acha, o rock não morreu com ok computer. o rock tá bem vivo ainda. mas, como de costume, fora do brasil.

Viva 2008!

2008 começou semana passada. Pra mim, pelo menos. As aulas no "UP" iniciaram na quinta-feira em ritmo denso com professores sérios e mais feios do que o de costume, ambiente fechado, sem muitas oportunidades de uma descontração. Um lugar, enfim, digno de estudo. A primeira impressão ao ver a turma foi "droga!". A expressão foi devido ao número de pessoas típicas de noturno. Aquele olhar sério, cansado de quem trabalhou o dia todo no instituto de beleza e surgiu lá no cursinho pra "ver se dá esse ano na federal". Se tem algo que eu não suporto é gente que "vê se dá". "Vê se dá" pra parar de ser coitado e encara a realidade de frente. Não que isso seja o mais correto, mas com certeza é o mais divertido.
Uma semana depois, aquele sentimento de novidade instantânea passou completamente. Resta-me apenas um sentimento de desprezo. Uma coisa boa, é verdade, mas bastante ambígua. Ao menos se tivesse gente bonita lá dentro, eu me sentiria mais direto, mas todo aquele ar de simplicidade me obriga a ser estúpido e grosso. Mas é a primeira semana recém. Vamos "vê se dá' pra entrar nos trilhos e seguir a viagem em paz, sem muitas chateações.